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  6. Algumas vezes tenho pena de mim. Outras vezes, raiva. Meus sentimentos por você sempre foram sinceros e ainda são. A única diferença é que alguns deles mudaram. Antes era paixão, esperança e certezas… hoje é paixão, desilusão e decepção. Só eu sabia tudo o que enfrentaria por você, só pra ser feliz te fazendo feliz. Só eu sabia o aperto que eu sentia quando chegava uma mensagem sua… ou quando você me ligava e tua voz preenchia todo meu peito e eu tinha a sensação de completude. Mas aquela quinta-feira à noite… aquele dia infernal em que você disse que não poderia ser porque você foi precipitado e porque não bancaria uma paixão. Não a minha. E por que? Não sei. Não quero entender o porquê. Sempre vou achar o erro em mim e só em mim. Sempre foi assim. E a saudade me tortura… me arrebenta de dentro pra fora e eu não posso fazer nada pra me proteger disso. Nada! E é nessa hora que a segunda onda de raiva aparece… E a tristeza a acompanha. As lágrimas vêm de brinde. Eu te digo que sinto saudade e meu sentimento parece ser invalidado. Mas tudo bem, quase todos os momentos em todos os aspectos da minha vida eles foram invalidados. Talvez o erro seja inteiramente meu, no final das contas. De ficar revivendo a primeira troca de olhares e as primeiras palavras que li de você: “você é fofo”. Minha fofura não pareceu sustentar teu sentimento. Minha coragem também não. Nem minha paixão o fez, por que outros sentimentos o fariam? Talvez porque não sejam os sentimentos, mas as atitudes. E eu não tive tempo de ter grandes atitudes. Aquele guardanapo escrito “eu quero”… nunca me doeu tanto rasgar um papel. As lágrimas descem cortando meu rosto toda vez que ouso falar com você. E como se já não bastasse meu coração, você invadiu meus sonhos. É. Talvez o erro esteja em mim mesmo… Sou do tipo de gente que não sabe jogar. Lanço as fichas de uma vez e aposto na chance de que tudo pode dar certo. É assim… intenso e cheio de sentimento sempre. Nem blefar eu consigo. Nem dizer “eu odeio você” eu consigo. Porque eu não odeio. É quase que o contrário. E eu não sabia que se apaixonar de verdade doía tanto.

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